Luanda, 1 de abril de 2025
Mara Quiosa, Vice-Presidente do MPLA, abriu a 8ª Reunião Ordinária do Comité Nacional da Organização da Mulher Angolana (OMA) com um apelo contundente para alinhar as ações da organização com os objetivos políticos do partido e as necessidades reais das mulheres angolanas.
Evento Estratégico no Futungo II
O encontro, realizado no Auditório do Comité Central no Complexo Turístico Futungo II, contou com a presença de figuras-chave, incluindo:
- Paulo Pombolo, Secretário-Geral do MPLA
- Joana Tomás, Secretária-Geral da OMA
- Gonçalves Muandumba, Coordenador adjunto do Grupo de Acompanhamento
Apelo à Modernização e Eficácia
Mara Quiosa enfatizou a necessidade de:
- Fortalecer o Comité Nacional em todo o território
- Adaptar-se à era cibernética e às rápidas transformações sociais
- Adotar metodologias eficazes para compreender e intervir no contexto atual
- Refletir profundamente sobre a situação da mulher angolana
“Ao fortalecermos o nosso Comité Nacional, garantimos que a OMA continue a desempenhar um papel de pilar na contínua edificação do nosso glorioso MPLA e no indispensável fortalecimento do papel da mulher angolana no processo de desenvolvimento da nossa Angola”, afirmou a dirigente.
Objetivos da Reunião
Joana Tomás, Secretária-Geral da OMA, delineou os principais focos do encontro:
- Balanço das atividades de 2024
- Aprovação de documentos para o 8º Congresso Ordinário
- Preparação para assembleias constitutivas alinhadas com a Nova Divisão Político-Administrativa
Participação e Representatividade
O evento contou com uma expressiva presença de 201 dos 241 membros do Comité Nacional, além de membros do Conselho de Honra, demonstrando o alto nível de engajamento e comprometimento com os objetivos da organização.
Este encontro marca um momento crucial para a OMA, reafirmando seu papel vital no desenvolvimento político e social de Angola, com foco especial na promoção dos direitos e do bem-estar das mulheres angolanas. A liderança do MPLA demonstra um compromisso renovado em fortalecer a organização e alinhá-la com as demandas contemporâneas da sociedade angolana.