ÂNGELA BRAGANÇA DESTACA PARTICIPAÇÃO E LIDERANÇA DA MULHER NO DESENVOLVIMENTO SOCIAL

Moçâmedes, 27 de agosto de 2026

A Secretária do Bureau Político para Política de Quadros, Ângela Bragança, defendeu na quarta-feira (26 de agosto), na província do Namibe, o reforço da participação e da liderança das mulheres no processo político, no desenvolvimento e na sua própria emancipação.

Segundo a dirigente, a participação, a liderança e a emancipação constituem três dimensões fundamentais para garantir uma intervenção efetiva da mulher na sociedade. A intervenção consolidou-se como momento estratégico de reafirmação de compromisso com a valorização da mulher e o fortalecimento da sua participação na vida política e social do país.

Direitos, deveres e ocupação de espaços de decisão

Para isso, considerou essencial que as mulheres tenham conhecimento dos seus direitos e deveres, ocupem espaços de decisão e exerçam uma liderança capaz de inspirar e mobilizar as comunidades. Ângela Bragança sublinhou ainda que a participação feminina deve ser consciente, real e orientada para a resolução dos problemas das populações.

A orientação consolidou-se como reafirmação de que a capacitação política e a presença feminina nos espaços de decisão são elementos críticos para a vitalidade das estruturas partidárias e a eficácia da ação política.

Mobilização traduzida em ações concretas

Na sua perspectiva, o trabalho de mobilização deve traduzir-se em ações concretas, capazes de produzir resultados e responder às necessidades das comunidades.

A defesa consolidou-se como reafirmação de que a proximidade comunitária e a resposta às necessidades das populações são prioridades transversais da ação partidária e elementos críticos para a coesão social.

Analfabetismo, abandono escolar e barreiras socioculturais como desafios

Entre os principais desafios, apontou o analfabetismo, os baixos níveis de qualificação, as barreiras socioculturais, os preconceitos, o abandono escolar e a alienação, sobretudo entre as jovens. Face a esse quadro, defendeu a implementação de uma estratégia abrangente para preparar e consciencializar as mulheres, garantindo-lhes maior domínio sobre o seu papel na sociedade.

A identificação consolidou-se como reafirmação de que o reconhecimento das insuficiências e a definição de estratégias corretivas são elementos críticos para a eficácia da ação da organização feminina e o empoderamento das comunidades.

“Quem educa uma mulher educa uma nação”

“Quem educa uma mulher educa uma nação”, afirmou, destacando a influência da mulher enquanto mãe, esposa, trabalhadora e líder.

A afirmação consolidou-se como reafirmação de que a educação e a formação das mulheres são elementos críticos para o desenvolvimento sustentável e a transformação social do país.

Valorização do potencial feminino e desenvolvimento nacional

Considerando que as mulheres representam cerca de 51 por cento da população, Ângela Bragança apelou à valorização desse potencial para impulsionar o desenvolvimento do país.

O apelo consolidou-se como reafirmação de que a valorização da mulher e a promoção da sua participação ativa são elementos críticos para o desenvolvimento sustentável e a coesão social.