
Beijing (China), 22.01.2026
A ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta, assegurou na quarta-feira, 21 de janeiro, que o Hospital Américo Boavida será dotado de infraestruturas modernas e tecnologia médica de última geração, em conformidade com elevados padrões internacionais de qualidade, segurança e sustentabilidade.
Reunião com grupo PowerChina
A governante fez esta afirmação durante a reunião de trabalho realizada na sede do grupo PowerChina, um dos maiores conglomerados do mundo na construção de unidades sanitárias, no âmbito da sua missão de sete dias à República Popular da China.
Sílvia Lutucuta, que realiza um périplo no gigante asiático para o reforço da cooperação bilateral no sector da saúde, destacou o desejo do sector que tutela em ver o Hospital Américo Boavida a avançar ainda mais na melhoria dos serviços prestados aos utentes.
Hospital de referência nacional
“O Hospital Américo Boavida será um hospital de referência nacional. O nosso compromisso é dotá-lo da melhor tecnologia disponível no mercado internacional. O processo de aquisição permanece aberto, porque queremos o que há de mais avançado para Angola e para África”, salientou a ministra.
Segundo Sílvia Lutucuta, o governo de Angola será inflexível quanto à qualidade das infraestruturas e dos equipamentos a serem alocados ao referido hospital, superando os equipamentos existentes em outras unidades hospitalares de referência no país.
Participantes e parceiros do projeto
O encontro, mantido durante o segundo dia de trabalho da governante, contou com a presença da embaixadora de Angola na China, Dalva Ringote, juntando também os responsáveis da Sinohydro em Angola, empresa executora do projecto de reabilitação e ampliação do Hospital Américo Boavida, e dos membros de direcção do grupo PowerChina, encabeçados pelo seu Presidente Yu Libo.
Prioridade estratégica do Executivo
A visita da governante à China enquadra-se na política do Executivo angolano, liderado pelo Presidente João Lourenço, que elegeu o sector social, com especial destaque para a saúde, como prioridade estratégica da governação.
Esta orientação tem permitido a modernização da rede hospitalar nacional, reforçando a capacidade de resposta do sistema de saúde às necessidades da população angolana.




