MPLA lança pré-campanha eleitoral

O acto de massa realizado na província do Cunene pelo MPLA, foi orientado pelo Presidente do Partido, Camarada João Lourenço, que apelou os militantes no sentido de se prepararem para a vitória nas eleições de Agosto do corrente ano.
PORTALMPLA - 9 de Abril (Sábado) de 2022 - O Presidente do MPLA, Camarada João Lourenço, instou os militantes do Partido no sentido de se prepararem convenientemente até ao dia de reflexão para que a vitória nas eleições gerais de agosto próximo seja um facto, atendendo que "o desafio é grande, mas é possível e acreditamos que o povo do Cunene vai nos ajudar a alcançar esta proeza”.

O apelo aos "Camaradas” foi feito durante o discurso proferido pelo Presidente João Lourenço, nesta terça-feira (05/04/2022) no pavilhão Multiusos do bairro Naipalale, em Ondjiva, por ocasião do acto de massa que marcou o arranque da Pré-Campanha Eleitoral do MPLA, em que foram avançadas as linhas estratégicas que levará o Partido à vitória no mês de Agosto do corrente ano.

Na cerimónia marcada com momentos de dança, cânticos e outros atractivos, João Lourenço abordou vários temas, como o combate à corrupção, os feitos do Executivo e o comportamento negativo da oposição, bem como reconheceu que " teve um mandato difícil e de grandes desafios, pelos vários constrangimentos económicos e sociais, agravados com o surgimento da Covid-19”.

Nos seus cinco anos de mandato, referiu o Presidente do MPLA, o país esteve quase parado com a pandemia da Covid-19, mas foi possível concluir projectos na área social, como hospitais e escolas que melhoraram as condições de estudo das crianças.

"Neste período, fez-se uma viragem radical na gestão da coisa pública. No entanto, ainda há gestores públicos que mexem no erário público, "mas não com tanto descaramento e falta de medo como se fazia no passado. Até podem fazer, mas se forem apanhados não haverá impunidade” referiu.

O Camarada João Lourenço acrescentou que todo trabalho realizado ao longo dos cinco anos será ponderado no dia do voto, pelo que, acredita "o povo não nos vai virar as costas”. 

João Lourenço destacou que "o opositor está a dar sinais evidentes de fragilidade, porque recorre a golpes baixos, mobilizando jovens radicais para o vandalismo e outros actos em desrespeito ao Estado”.

"São eles que dizem que defendem que trouxeram a democracia, mas não a respeitam. É preciso não confundir democracia e anarquia”, aprofundou João Lourenço, acusando a oposição por falta de retidão.
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