Combate à seca nas prioridades de João Lourenço

Durante a conferência de imprensa na manhã de Quinta-feira (09/06/2022) o Camarada Presidente João Lourenço afirmou que não desistiremos da luta contra corrupção, e que o caso Lussati não está esquecido sendo que, dentro em breve, virá a público.
PORTALMPLA - 10 de Junho (Sexta-feira) de 2022 - A conclusão do programa à seca no sul de Angola, particularmente nas províncias do Cunene, Namibe e parte da Huíla são prioridades que o Camarada João Lourenço, candidado a um segundo mandato como Presidente da República vai manter para o programa de governação, caso o MPLA vença as eleições de Agosto próximo.

A revelação foi feita na manhã desta Quinta-feira, durante a conferência de imprensa que o Camarada Presidente do MPLA e da República de Angola concedeu a jornalistas de vários órgãos de comunicação social, entre públicos e privados.

O Camarada João Lourenço disse que o citado programa, cuja primeira parte já foi concluída, em referência ao canal do Cafú, está estudado, aprovado e com custos estabelecidos, faltando ao Executivo mobilizar os valores, cuja linha de financiamento está, igualmente, identificada.
João Lourenço adiantou que a obra deverá consumir dos cofres do Estado cerca de 4,5 mil milhões de dólares, que o líder dos camaradas considerou muito dinheiro, mas que "pela causa que é de salvar vidas e garantir o desenvolvimento daquela região, vamos, efectivamente, fazer a referida despesa”.

Quanto ao tempo de execução, o Camarada João Lourenço revelou que o mesmo é para ser executado ao longo do segundo mandato, e que o mesmo projecto comtempla outras componentes que seguirão, estando duas delas já em curso.

Noutra linha, João Lourenço afirmou que "o abastecimetno de água potável à Luanda , figura também na lista das prioridades”.
Não lutar contra a corrupção,não apostar na continuação do processo de recuperação de activos do Estado em posse de privados é desistir da luta contra à corrupção.

Peremptório, o Presidente Joao Lourenço afirmou: "nós não desistiremos”.

Nesta mesma senda, indagado sobre a maior abertura e indepêndência dos Tribunais, João Lourenço considerou ser uma realidade que antes ninguém imaginava.

"A avaliação da justiça, no seu todo, é que o quadro é completamente diferente. 
Durante anos, a justiça andou atrás de ladrões de galinha. 
Isso mudou do dia para noite”, disse.

Continuando, o candidato do MPLA recordou " que os casos que passaram pelo Tribunal Supremo são uma nova realidade, pois, antes, ninguém pensava que determinadas figuras passariam pelo Tribunal Supremo, na condição de réus. 

Isso significa, disse João Lourenço, que existe maior independência, e que a nossa justiça, últimamente, tem toda a liberdade de actuação”.
Para exemplificar, o Presidente João Lourenço referiu-se ao caso Lussati,como não estando esquecido, e que dentre em breve virá a público.

"A nossa preocupação em combater a pobreza é tal, que não importa quem sejam os visados”.

João Lourenço disse que "continuar a servir o povo” é a única motivação que o move para concorrer ao segundo mandato como Presidente da República e cabeça de lista do MPLA.
Respondendo a questão colocada por um jornalista do Jornal de Angola, João Lourenço disse que " nós estamos a trabalhar desde o dia que nos puseram aquí nesta cadeira.

Temos noção de que fizemos muito, apesar de dois anos e meio da pandemia da Covid-19, ainda temos obras para apresentar.
 Os eleitores vão reconhecer isso. 

Estamos confiantes em que cumprimos a nossa obrigração”, afirmou.

DIP/CC-CC
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