Sacrifício pelo bem comum da comunidade

João Lourenço, Presidente do MPLA, apelou a sociedade no sentido de consentir algum sacrifício, que venha a resultar no interesse do bem comum de toda uma comunidade, caso seja decretada um novo Estado de Emergência, atendendo a grave ameaça de propagação e de contaminação em massa do novo corona vírus.
Reconhecendo Angola como Estado Democrático e de Direito onde os cidadãos têm o direito de reunião e de manifestação, João Lourenço, considera que se as competentes autoridades decidirem pelo confinamento em casa, pela cerca sanitária de um determinado aglomerado populacional, pela interdição das praias, interdição da frequência ou mesmo encerramento de bares, restaurantes, cinemas e outros, o direito de se divertir, de livre circulação pelo território nacional, não há violação de direitos, mas apenas, o pleno usufruto dos referidos direitos fica temporariamente condicionado. 
Fundamentando a sua observação, o Camarada João Lourenço lembrou que algumas das grandes nações da América, da Europa e de outros quadrantes, começam a declarar publicamente que “perderam o controlo da pandemia”, o que só vem provar o quão séria é a ameaça da COVID-19.
Não pretendemos ser melhores que ninguém, afirmou o Presidente do MPLA, Camarada João Lourenço, não se tratando de uma competição, se cada país procurar fazer o melhor que pode no sentido de conter no máximo a propagação da pandemia, esse esforço será a sua contribuição para a erradicação da pandemia à escala mundial. 
“Por isso, com todas as nossas forças e vontade de vencer, devemos tudo fazer para não termos um dia de fazer a mesma declaração de incapacidade, ou pelo menos procurar adiar o mais possível esse dia, que oxalá não chegue nunca”, concluiu.

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