PONTO DE VISTA: O impacto político do Congresso do MPLA e as “fake news”

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Os verdadeiros jornalistas devem pautar-se pelos princípios que norteiam essa nobre profissão.

PortalMPLA, 13 JUNHO 19 (5ª FEIRA) - Alguns órgãos de imprensa da praça luandense, no afã de uma maior venda de seus exemplares, vezes sem conta, reproduzidos a partir das plataformas digitais, vêm disseminando peças – qual sensacionalismo -, sem a observância da objectividade, do rigor e da isenção, o que já por si indicia crime.

Tais órgãos têm estado, como se pode depreender, na contramão, face aos novos tempos, de combate à impunidade e às más-práticas, porque, no quadro do exercício de algum direito, ninguém se pode furtar ao correspondente dever, plasmado na Constituição e na lei, às quais todos os cidadãos se submetem.

Hoje por hoje, assiste-se a uma clara tentativa de ofuscar o impacto político do 7.º Congresso Extraordinário do MPLA, confundindo a opinião pública nacional e internacional, denegrindo a honra e o bom-nome de seus altos dirigentes, com ataques vis à esfera privada e pessoal.

A sua desinformação, com as chamadas “fake news” à mistura, extravasa o limite do ético e do politicamente correcto. Como toda e qualquer organização política que se preze, o MPLA rege-se pelos seus Programa e Estatutos, donde se estabelece a estrutura orgânica do Partido, as regras da democracia interna, as normas da vida partidária, bem como os princípios de organização e funcionamento.

Neste contexto, o MPLA apenas pode aconselhar os verdadeiros jornalistas a pautarem pelos princípios que norteiam essa nobre profissão, abstendo-se de tentar criar factos que em nada contribuem para a harmonização perene da sociedade angolana.

Esse é, também, um novo desafio para a classe jornalística.

/www.mpla.ao

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