OPINIÃO: Desassossego – Gihenda dos Prazeres

“Não se pode esperar do indivíduo elogios ao esforço que o Governo do MPLA tem vindo a fazer”.

Luanda, 28 JUNHO 17 (4ª FEIRA) - Quando se cospe para o ar, o resultado é previsível: arriscamo-nos a engolir as nossas próprias excreções e passamos a inevitável ideia de sermos o pacóvio do bairro, o bombo da festa.

É essa a figura que o A. Chivukuvuku se presta a assumir, ao defender a peregrina posição, demagógica e eleitoralista, de que o Governo deveria anular o pagamento das fracções devidas pelos cidadãos, nas inúmeras centralidades que o Estado Angolano está a construir por todo o País.

Não se pode esperar do indivíduo elogios ao esforço que o Governo do MPLA tem vindo a fazer, para mitigar as necessidades de habitação condigna para todos. Mas, sugerir que as casas não sejam pagas pelos beneficiários, revela bem da irresponsabilidade populista e de ausência de sentido de Estado da parte de quem sonha, dia e noite, com a Presidência da República...

É preciso coragem para enfrentar o silêncio que representa a omissão do elogio. Mas, o nosso nome é coragem!

Essa gente – incluindo os pacóvios que criticamos – tem raízes numa certa família política e escreveu já, com a sua trajetória, uma história que lhe proporcionou muito mais mágoas do que sorrisos.

Cabe-nos fazer com que não se libertem desse espaço de desassossego!

(Na foto, ângulo da recém-construída Centralidade do Dundo, na província da Lunda-Norte, nordeste de Angola).

PortalMPLA/GP/AB

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