MULHER ANGOLANA: MPLA sensível e aberto à promoção

O vice-presidente, camarada João Lourenço, na foto, reiterou, 5ª feira (13), em Luanda, a garantia da igualdade de direitos consagrados na Constituição.

Luanda, 14 OUTUBRO 16 (6ª FEIRA) - O MPLA continua sensível e aberto à necessidade da promoção da mulher angolana, para cargos de direcção e chefia e para uma maior participação nos órgãos de decisão política.

Ao abrir, quinta-feira, em Luanda, a 2ª Reunião Ordinária do Comité Nacional da Organização da Mulher Angolana (OMA), o vice-presidente do MPLA, camarada João Lourenço, na foto, disse ser do interesse de todos que a mulher seja uma força de trabalho activa e participativa em todos os processos de transformação política, social, científica e económica, que se operem em Angola.

Nas palavras daquele dirigente, a mulher angolana ganhou, por mérito próprio, o seu espaço na sociedade e tem garantida a igualdade de direitos consagrados na Constituição, o acesso à educação, ao emprego, ao desempenho de importantes funções nas instituições do poder e outros de relevante importância na sociedade.

Neste sentido, valorizou o facto de as mulheres angolanas destacarem-se, hoje, nas áreas do saber, na gestão de importantes empresas públicas e privadas e constituírem já uma maioria do universo de estudantes de praticamente todos os estabelecimentos de ensino superior.

João Lourenço apontou que a mulher angolana destaca-se, também, no desporto de competição, tendo conquistado, ao longo de anos sucessivos, o título de campeãs africanas em modalidades colectivas, como o andebol e o basquetebol.

O Comité Nacional da OMA é o órgão que assegura o funcionamento e a direcção da organização feminina do MPLA, no período entre dois congressos. É composto por membros eleitos em congresso, incluindo a sua secretária-geral.

PortalMPLA/AB Foto: Angop

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