MPLA na AN: Deputado valoriza reforma da economia angolana

O camarada Diógenes de Oliverira disse (09), no debate sobre a Conta Geral do Estado, referente ao ano económico de 2011, que só não vê quem não quer.

   

Luanda, 12 DEZEMBRO 13 – Ao intervir (09) na 3ª Plenária extraordinária da Assembleia Nacional, que debateu e aprovou a Conta Geral do Estado, referente ao ano económico de 2011, o deputado do MPLA camarada Diógenes de Oliveira fez recurso à história económica de Angola, a partir da proclamação da independência nacional e sublinhou que não é oportuno olhar-se para o passado fora dos marcos do progresso e da luta pela prosperidade.

Segundo disse, o ano de 1992 marcou o início de uma grande evolução no modelo económico angolano, infelizmente fracassado devido à guerra imposta pela UNITA, resultante da sua recusa dos resultados das eleições desse ano, que perdeu e que perdurou até 2002.

No entanto, avançou que esse modelo ganhou força a partir de 2002, com a conquista da paz definitiva, em que foi espectacular a recuperação da economia e a assunção da responsabilidade do Executivo angolano e do seu titular, Camarada Presidente José Eduardo dos Santos, “ao conduzir um processo de reconstrução nacional e de reconciliação nacional, que nos levou aos dias de hoje”. “Só quem não tem olhos para ver, não vê” – advertiu.

Por isso, Diógenes de Oliveira enfatizou que Angola deve orgulhar-se dos seus filhos, porque são os angolanos que deram início a um amplo programa de reforma, reconhecido internacionalmente, principalmente pelo Fundo Monetário Internacional (FMI).

“Do ponto de vista da organização das finanças públicas, finalmente o Executivo angolano encontrou o caminho para assegurar, de forma permanente, as grandes divisas da boa governação e da transparência” - realçou.

Por este facto, o parlamentar felicitou o Executivo, por ter assumido o sistema contabilístico angolano com dois instrumentos importantes, designadamente, o Programa de Modernização das Finanças Públicas e o Sistema Integrado de Gestão Patrimonial do Estado, “duas ferramentas importantes na governação transparente”.

PortalMPLA/ER/AB

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