MEMÓRIAS: Camarada Américo Boavida faleceu há 48 anos

Ngola Kimbanda, na foto à direita, foi vítima de bombardeamento aéreo, em 25 de Setembro de 1968, no Moxico, Frente Leste do MPLA.

Luanda, 23 SETEMBRO 16 (6ª FEIRA) – A história assinala, neste domingo (25), 48 anos sobre a data da morte, em 1968, do Camarada Américo Boavida “Ngola Kimbanda”, na foto à direita, vítima de um bombardeamento aéreo do exército colonial português, numa base do MPLA, na Frente Leste, ainda durante o período da Luta Armada de Libertação Nacional contra o colonialismo.

O Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA) e o povo angolano registavam, assim, uma grave perda, na sequência desse bombardeamento de duas horas, na região dos Bundas, província do Moxico, por três helicópteros e igual número de bombardeiros do exército colonial português.

À data sua morte, Américo Alberto de Barros e Assis Boavida contava 44 anos de idade e era o médico-responsável dos Serviços de Assistência Médica (SAM) da 3ª Região Político-Militar do MPLA, no leste de Angola, cargo que exercia desde Janeiro de 1967. Respondendo a um apelo da Direcção do MPLA, para a abertura da Frente Leste, Américo Boavida fixara-se na nova frente de combate, onde desenvolveu uma extenuante acção médico-sanitária, em vastas regiões do Moxico e do Cuando-Cubango, organizando os Serviços de Assistência Médica do MPLA.

Em sua homenagem, o Governo de Angola associou o seu nome ao do “Hospital Américo Boavida”, em Luanda e, também, à rua onde se situava a casa onde morou, no distrito urbano da Ingombota, também na capital do país.

O 25 de Setembro é comemorado em Angola como o “Dia Nacional do Trabalhador da Saúde”.

PortalMPLA/AB

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