LUANDA/CAMPANHA 2017: MPLA defende cultura geradora de riqueza e bem-estar
Cultura deve assumir um lugar de relevo na economia nacional, gerando riqueza e bem-estar para as comunidades
Luanda, 08 AGOSTO 17 (3ª FEIRA) - O candidato a Presidente da República de Angola, Camarada João Lourenço, garantiu, hoje terça-feira, 08, que o executivo do MPLA resultante das eleições gerais de 23 deste mês, vai potenciar o financiamento da cultura, reforçando, a partida, todo o dispositivo legal existente para o efeito.
No seu discurso no encontro alargado com fazedores de cultura e arte, realizado no Centro de Conferências de Belas, em Luanda, realçou, ainda, que o MPLA vai garantir o cumprimento cabal das linhas orientadoras da política cultural em vigor, com destaque para a rede de infra-estruturas culturais de todo o País, nomeadamente bibliotecas, arquivos, museus, casas de teatro, cinema, entre outros.
De acordo com o Camarada João Lourenço, tal pressuposto vai exigir o aumento de efectivos nas especialidades respectivas, para garantir o normal funcionamento dessas instituições.
“É preciso formar com urgência, cada vez mais, técnicos no domínio da cultura, pois só estes poderão garantir o sucesso que almejamos neste domínio”, sublinhou.
O Camarada Vice-Presidente do Partido disse ser necessário fazer com que a cultura assuma um lugar de relevo na economia nacional, gerando riqueza e bem-estar para as comunidades e deve criar oportunidades de trabalho e rendimento para os criadores, bem como forjar a identidade e os valores fundamentais, “numa altura em que os fluxos informativos e culturais do exterior contradizem a própria natureza dos angolanos”.
No seu discurso, de cerca de 20 minutos, João Lourenço enalteceu a figura do saudoso primeiro Presidente de Angola, Dr. António Agostinho Neto, para quem a obra literária “Sagrada Esperança” e o pensamento sobre a cultura nacional “ensinam-nos a erguer bem alto a faixa da cultura, como elemento catalisador da nossa unidade”.
Considerou que os ensinamentos de Agostinho Neto sobre a cultura nacional terão de ser sempre lembrados, não só como fundamento teórico para as novas gerações, mas, também, no exercício prático dos actuais programas que projectam o progresso e o desenvolvimento de Angola.
PortalMPLA/JN