Ecos do discurso do Presidente João Lourenço na abertura da 2ª reunião ordinária do BP

A leitura ao discurso do Camarada João Lourenço, Presidente do MPLA, proferido na abertura da 2ª reunião ordinária do Partido, realizada na terça-feira, 30 de Junho, é que o mesmo foi transversal aos assuntos que dominam a agenda política nacional, o que por conseguinte reflecte um pronunciamento com sentido de estado, abrangendo todos os sectores e cidadãos.

 Alguns analistas foram mais amplos na análise ao referido discurso, ao ponto de afirmarem que o Camarada João Lourenço, capitalizou bem o momento e passou a mensagem que todos os angolanos esperavam, sobretudo nesta altura da crise promovida pela Covid-19, que ainda assim não paralisou de todo o país.

Concursos de ingresso na Educação e Saúde

Isso justifica uma das afirmações do Camarada João Lourenço, que em relação ao ingresso de novos funcionários para os sectores da saúde e da educação disse, que “Mesmo em situação de crise económica que se arrasta desde 2016, nunca o país admitiu tantos médicos, enfermeiros e técnicos como agora, desde que em 2018 decidimos voltar a abrir os concursos de avaliação e ingresso de quadros para a Educação e a Saúde, depois de anos sem o fazer”.

Prosseguindo, João Lourenço disse que “compreenderão que o ingresso não pode ser automático, não apenas porque, para cada ano, o Executivo tem de prever no Orçamento Geral do Estado, recursos para suportar as despesas com os novos funcionários”.

Economia nacional continua a ser a prioridade

Referindo-se a economia, João Lourenço, afirmou, que no actual contexto de pandemia da COVID 19, a economia nacional continua a ser a prioridade, bem como a necessidade da diversificação da economia, o aumento da produção local de bens e de serviços, o aumento das exportações e, consequentemente, o aumento da oferta de postos de trabalho.       

Luta contra a corrupção é um problema dos angolanos

Em relação à luta contra a corrupção, uma das marcas do seu mandato, o Camarada João Lourenço recordou que o problema não é só do MPLA, mas sim de todos os angolanos, da sociedade angolana no seu todo.

“Nenhuma força política pode se arrogar ao direito de a monopolizar, sob pena de ser entendido como uma tentativa de branqueamento dos seus”, alertou o Presidente do MPLA.

O Camarada João Lourenço, afirmou ainda, que embora pareça pouco, é justo reconhecer-se que em matéria de combate contra a corrupção fez-se em dois anos muito mais do que alguma vez se fez em 43 dos 45 anos da nossa Independência.

O combate contra a corrupção, prosseguiu, saiu do mero discurso dos políticos para algo de concreto, visível aos olhos do cidadão, que se tornou parte da solução com denúncias de factos que, uma vez comprovados, podem levar a condenação de seus actores.

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