Dirigente denuncia UNITA de pretender provocar desobediência civil

*O secretário do Bureau Político do MPLA para a Informação, camarada Mário António, na foto, aconselhou, nesta sexta-feira (11), em entrevista à RNA, em Luanda, o estrito respeito à Constituição angolana e à lei.  

 

Luanda, 11 ABRIL 14 – O secretário do Bureau Político do MPLA para a Informação, camarada Mário António, denunciou que a UNITA pretende provocar a desobediência civil em Angola, para tentar alcançar os seus desígnios, de desestabilizar constantemente o país.

Isto, a propósito do conteúdo de um comunicado da direcção desse partido, com assento na Assembleia Nacional, divulgado, quarta-feira (09), em Luanda, na sequência da realização de uma reunião do Secretariado Executivo do seu Comité Permanente.

Aquele dirigente, que era entrevistado pela Rádio Nacional de Angola, citou, como exemplo, o que se terá passado no município de Cassongue, província do Cuanza-Sul, onde cidadãos comuns envolveram-se em brigas, cuja ocorrência os órgãos competentes da ordem pública tomaram a devida atenção.  

Mário António indicou que essas ocorrências devem ser tratadas à luz da legislação civil e criminal vigente no país, pelo que a UNITA não deve aproveitá-la para acusar levianamente o Governo legítimo de Angola e o Titular do Poder Executivo, o Camarada Presidente José Eduardo dos Santos.

“O que se passa, na realidade, é que esse partido tem vindo a valer-se do fomento deste tipo de atitudes de rebeldia, para provocar a desobediência civil no país e, assim, alcançar os seus desígnios”, alertou.

Ao comentar o facto de a UNITA pretender insinuar uma “situação de perigosa instabilidade” em Angola, o secretário do BP para a Informação, considerou ser essa “uma ameaça, que revela que ela não está seriamente engajada no respeito à Constituição e à lei”.

A esse respeito, argumentou que, “em todos os sistemas democráticos, existe a luta pelo poder, que deve desenvolver-se em estrito respeito à Constituição e à lei”, pelo que “não entendemos como é que possível proferir-se esta ameaça, quando é a própria UNITA que tem vindo a desenvolver acções, para provocar a instabilidade no país”.

PortalMPLA/AB

 

 

      

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