CUANZA-NORTE: “Trabalhar juntos e em perfeita harmonia”

O candidato do MPLA destacou, no seu discurso deste sábado (29), em Ndalatando, o papel relevante do sector privado, como parceiro do Estado.

Ndalatando, 29 ABRIL 17 (SÁBADO) - No comício da sua apresentação, realizado neste sábado (29), no Largo 1.º de Maio, em Ndalatando, o Camarada João Lourenço, candidato do MPLA a Presidente da República de Angola, recordou:

“Nós falamos da necessidade do combate às assimetrias. No programa do MPLA, essa questão tem um lugar muito particular e pensamos combater essas assimetrias, criando políticas de incentivo ao investimento, ali onde nós achamos que deve ser feito”.

No quadro do combate às assimetrias, o candidato do MPLA disse que “há quatro tipos de investimento, que podem alavancar o desenvolvimento, que são as indústrias no geral, extractiva, transformadora, hoteleira e podemos incluir ai a agricultura, porque acaba sempre por haver alguma indústria no meio a transformar os produtos agrícolas, mas, depois, paralelamente a isso, há investimentos que importa fazer com a habitação, educação e saúde”.

Por isso, sublinhou que a criação da indústria deve ser a prioridade, por proporcionar um maior número de postos de emprego e servir, também, para galvanizar os investimentos no sector da habitação, da educação e da saúde.

Pois, o jovem empregado vai precisar de casa para morar, de escola, para a formação dos seus filhos e de hospitais para a família cuidar da sua saúde.

Ao fazer referência do breve diálogo mantido com os estudantes do Instituto Médio Agrário do Cuanza Norte, o Camarada João Lourenço assegurou que “Angola tem capacidade para ser auto-suficiente, em termos de abastecimento alimentar.

Nós não precisamos de importar comida. Temos a capacidade de produzir, não só a cesta básica, mas, De uma forma geral, todos os alimentos de que necessitamos, não apenas para o nosso consumo, mas, também, para nos virarmos à exportação”.

Mas adiante, salientou que, para alcançar essas condições, “temos que trabalhar juntos e em perfeita harmonia”. Quer dizer que, apesar de o Estado ter grandes responsabilidades nesse processo, o sector privado tem um papel de grande relevância, assim como as outras franjas da sociedade angolana, em geral.

PortalMPLA/JN/AB Foto: DDS

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