Celebrações do 10 de Dezembro foi exemplo para os cidadãos

No quadro dos 64 anos da sua existência, o glorioso MPLA absteve-se de organizar grandes comícios como seria de esperar, evitando as grandes aglomerações, para servir de exemplo para os cidadãos que, na sua vida, ao longo dos últimos nove meses, vêm consentindo enormes sacrifícios. 
Este sentido de elevada responsabilidade foi expresso pelo Camarada João Lourenço, Presidente do MPLA, durante o discurso no acto de encerramento das jornadas comemorativas do 10 de Dezembro, ocorrido no sábado (12.12), no Centro de Conferências de Belas, localizado no Futungo, em Luanda.
O MPLA quís organizar uma jornada comemorativa à altura da data, mas sobretudo da grandeza do Partido, que hoje é uma referência em Angola e no mundo, mas lamentavelmente não o puderam fazer, devido à necessidade que temos de cumprir exemplarmente com as medidas do Decreto Presidencial que estabelece o Estado de Calamidade Pública, por força da pandemia da Covid-19, ouviu-se no discurso. 
Ao longo da sua existência, afirmou o Camarada João Lourenço, o MPLA sempre se pautou pela defesa dos mais inalienáveis direitos dos angolanos, com destaque para o direito à vida.  
“A história do MPLA é bastante rica e está associada aos grandes acontecimentos relevantes da história de Angola e da região Austral de África, como a proclamação da Independência Nacional pelo Presidente António Agostinho Neto aos 11 de Novembro de 1975, a derrota militar e consequente queda do regime do Apartheid da África do Sul e a Independência da Namíbia”, salientou. 

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