A VOZ DO MILITANTE: Camarada Márcia Pedro

“OS PROGRAMAS DO MPLA SÃO EXEQUÍVEIS E SEMPRE FORAM DO POVO”.

PortalMPLA, 03 OUTUBRO 19 (5ª FEIRA) – No rescaldo do mês de Setembro de 2019, a rubrica “A VOZ DO MILITANTE” é dedicada ao Dia do Fundador da Nação e do Herói Nacional, que Angola assinalou a 17.

A voz de hoje é a da camarada Márcia Pedro, primeira-secretária do Comité do Distrito Urbano do Rangel da JMPLA, em Luanda.

Como se chama, onde nasceu e que idade tem?

Chamo-me Márcia Soraya Kiculo Pedro. Nasci no distrito urbano do Rangel, município de Luanda, província com o mesmo nome, a 24 de Outubro de 1990. Tenho 28 anos de idade.

Qual a sua profissão e ocupação actual?

Sou gestora de recursos humanos e, actualmente, sou a primeira-secretária do Comité do Distrito Urbano do Rangel da JMPLA, em Luanda.

Quando, onde e por que razão ingressou nas fileiras do MPLA?

Ingressei nas fileiras do MPLA no dia 14 de Março em 2006, no Instituto Médio Industrial de Luanda. Posteriormente, fui enquadrada no bairro Nelito Soares – Rangel (Bês), onde resido.

Ingressei nas fileiras do MPLA porque revejo-me no seu Programa e nos seus Estatutos. Sempre tive a certeza que, com o meu contributo, poderia ajudar na materialização das acções do Partido e trazer, particularmente para a juventude, as soluções dos seus anseios.

O que a anima a manter-se como militante do Partido?

O que me anima a manter-me como militante do Partido é ter certeza e a plena convicção que as suas políticas sociais e económicas vão de encontro à realidade do País e do povo. Os programas do MPLA são exequíveis e sempre foram do povo, com o povo e para o povo.

Que funções já desempenhou ou desempenha no MPLA e em que CAP está enquadrado?

Já desempenhei as funções de coordenadora do núcleo da JMPLA na B1, no distrito urbano do Rangel, primeira-secretária da JMPLA no CAP n.º 03 da Terra-Nova, assistente do Departamento para os Assuntos Políticos, Eleitorais, Económicos e Sociais (DAPEES) do Comité do Distrito Urbano do Rangel, 2ª secretária do Distrito Urbano do Rangel da JMPLA, membro do Comité do Distrito Urbano do Rangel da OMA e membro do Comité Provincial de Luanda da JMPLA.

Actualmente, sou a primeira-secretária do Distrito Urbano do Rangel da JMPLA. Estou enquadrada no CAP n.º 03 da Terra-Nova.

No dia 17 de Setembro, Angola comemorou o Dia do Fundador da Nação e do Herói Nacional. Que significado tem para si essa data?

Essa data tem para mim um significado muito grande, pelo facto de marcar o nascimento do Fundador da Nação Angolana, o grande precursor da Revolução Angolana, alguém que nos deixou um legado que devemos dar continuidade, levando em conta todos os seus ensinamentos.

Cito uma frase sua que muito me inspira no meu dia-a-dia: “O mais importante é resolver os problemas do povo”.

Como avalia o papel desempenhado pelo saudoso Camarada Presidente Agostinho Neto na Luta de Libertação Nacional e que proclamou a Independência de Angola, em 11 de Novembro de 1975?

O papel do saudoso Camarada Presidente Agostinho Neto foi preponderante na Luta de Libertação Nacional, pois, foi ele o grande impulsionador, activista e cabo n.º 01 para a libertação de Angola e de todos angolanos que, pelo seu engajamento abnegado e com o espírito nacionalista, culminou com a proclamação da Independência, no dia 11 de Novembro de 1975, abrindo, assim, caminho para realização e orgulho do sonho do povo angolano.

Como devem ser recordados os heróis da Pátria angolana, nesse dia que é de todos eles?

Os heróis angolanos devem ser recordados nesse dia com honra e deve ser como objecto de estudo, de forma a incentivar os angolanos, a partir de tenra idade, o espírito patriótico e nacionalista.

O que devem os angolanos fazer para a valorização da Independência Nacional e para o desenvolvimento de Angola?

Os angolanos devem valorizar os esforços e a coragem dos nossos bravos combatentes que deram a sua vida e verteram o seu sangue para a nossa afirmação como Nação.

Para o desenvolvimento de Angola, devemos empenhar-nos com espírito e sentimento de Estado, apostando na educação e na saúde, como sectores primordiais.

Cabe a nós jovens apostar na formação a todos os níveis, académico, técnico, científico e técnico-profissional, dotando-nos de ferramentas que sirvam de alavanca para o desenvolvimento de Angola e dos angolanos.

O combate à corrupção, à impunidade, ao nepotismo e à bajulação é uma das bandeiras do MPLA. Acredita no seu êxito em Angola, durante o presente mandato 2017/2022?

Sim. Acredito no seu êxito, pois, são males que, infelizmente, durante muito tempo enfermaram a nossa sociedade, que deixaram ramificações (zonas cinzentas) nalguns segmentos da sociedade, nalgumas pessoas, por acharem que era normal.

Foi sábia e muito corajosa a decisão da Direcção do MPLA, de apostar na sua erradicação, para a moralização da sociedade.

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