A NOVA ANGOLA

Pensões

O Executivo angolano garante um “Subsídio de Antigo Combatente” aos integrantes da Luta de Libertação Nacional. O anúncio foi feito (22) pelo secretário de Estado dos Antigos Combatentes e Veteranos da Pátria, camarada Clemente Cunjuca, na foto. 

Luanda, 26/02 - O Executivo angolano vai atribuir “Subsídio de Antigo Combatente” aos cidadãos nacionais que integraram, activamente, os movimentos que lutaram pela independência de Angola, designadamente, o MPLA (fundado em 1956), a FNLA (1960) e a UNITA (1966).

Em declarações (22) à Rádio Nacional de Angola, o secretário de Estado dos Antigos Combatentes e Veteranos da Pátria, camarada Clemente Cunjuca, disse que os candidatos ao subsídio têm de provar, por documentos, que fizeram parte de uma dessas organizações então político-militares, pelo menos até ao dia da proclamação da Indpemdência nacional, em 11 de Novembro de 1975.

Segundo referiu o governante, o “Subsídio de Antigo Combatente” é de sangue e de esforços e sacrifícios, consentidos na luta pela independência nacional.

Clemente Cunjuca lembrou que são antigos combatentes, os angolanos que integraram um daqueles movimentos da Luta de Libertação Nacional, até 11 de Novembro de 1975, independentemente de serem ou não oficiais das forças armadas.

Reacção da FNLA

O director técnico da Presidência da FNLA, Luís Ndulo, disse que, “da parte do Executivo, existem bons indicadores para a resolução dos casos apresentados”.

Reacção da UNITA

O secretário nacional dos antigos combatentes da UNITA, António Jeremias, confirmou que o seu partido “tem mantido conversações abertas” com a Direcção do Ministério dos Antigos Combatentes e Veteranos da Pátria, para a inscrição dos seus militantes, que integraram o movimento até 11 de Novembro de 1975.

“O Executivo, com esta garantia, encontrou uma forma de resolver o problema”, disse.

FonteJA/AB

Veja todas as notícias