“Angola tem um Líder e um rumo a serem seguidos” – Eduardo Magalhães

“A sociedade está atenta aos comportamentos e ao modus operandi de alguns sectores que pregam a miséria, com o objectivo único de macular os representantes legais, eleitos através do voto e comprometer os avanços registados no país, nesses 13 anos de paz”. – 19.11.15.

 

Luanda, 19 NOVEMBRO 15 (5ª FEIRA) - A aprovação do OGE 2016, proposto pelo Titular do Poder Executivo, Presidente José Eduardo dos Santos, assegura aquilo que tem sido por repetidas vezes anunciado pelo líder da Nação: a prioridade ao sector social.

O documento, que irá, em seguida, para as comissões de trabalho da Assembleia Nacional, será debatido detalhadamente na Especialidade e deve ser aprovado definitivamente, em Plenária, até ao dia 15 de Dezembro próximo.

Mesmo diante da queda brusca no orçamento, decorrente da redução das receitas oriundas do petróleo, programas de valorização da família e das suas condições de vida, dos recursos humanos, a promoção e igualdade do género e a protecção do idoso e da criança, estão salvaguardados.

Desta forma, inquestionavelmente, será sepultado o discurso vazio da oposição, sempre pobre de ideias e propostas para o país.

Enquanto, praticamente, todos os países do planeta celebram quando o PIB (Produto Interno Bruto) não é negativo, o cenário macroeconómico de Angola para 2016 é realístico, ao prever um crescimento moderado, mas, ainda assim, o OGE prevê um incremento no PIB real de 3,3 por cento.

É menor do que o previsto? Sim! Mas, é preciso estar desconectado à realidade vivida no planeta para dizer que este crescimento, que pode chegar aos 4%, é uma catástrofe.

Dito isso, resgatamos aqui a crítica à oposição cega e que tenta chegar ao poder através da crítica destrutiva. Mesmo cientes dos impactos negativos que a postura assumida provoca, alguns opositores abandonam a ética e tentam, pela sede de poder, mostrar Angola à sociedade como se fosse um país sem rumo.

Mais uma vez, perdem tempo e credibilidade, pois a sociedade está atenta aos comportamentos e ao modus operandi de alguns sectores que pregam a miséria, com o objectivo único de macular os representantes legais, eleitos através do voto e comprometer os avanços registados no país, nesses 13 anos de paz.

É de extrema relevância destacar que, para além do sector social, foi anunciada, na última reunião do Comité Central do MPLA, a garantia do funcionamento regular da Administração Pública e da Defesa, Segurança e Ordem Interna.

Com isso, o Presidente José Eduardo dos Santos dá mostras inequívocas de que Angola tem um Líder e um rumo a serem seguidos.

Atento às demandas da sociedade, o Presidente da República anunciou mais atenção ao mercado do produto e ao mercado do trabalho. A expectativa de definir melhor as políticas para a captação, para o sector bancário, das poupanças das empresas e dos cidadãos, incluindo as do mercado informal, reforçam o esforço para diversificar as fontes de receita no país. Sobretudo quando o Líder da Nação reafirma a necessidade de melhorar, também, as nossas políticas de captação de investimento privado nacional e estrangeiro.

Na diversificação da economia e no aumento da oferta de bens e serviços e do emprego residem, portanto, as metas pretendidas para que o país e a sociedade possam superar os obstáculos circunstanciais, impostos pela crise internacional que impacta a todos.

O apelo, para que o PIB possa sair dos 3,3 por cento do crescimento, para patamares acima dos seis por cento, no futuro, mais uma vez fazem o Presidente da República ser visto como uma pessoa consciente da importância do cargo que ocupa, pois, ao dar mostras de preocupação com o aumento da riqueza nacional e de criar meios e instrumentos para reduzir significativamente a pobreza e melhorar as condições de bem-estar social das populações, o Presidente José Eduardo dos Santos deixa claro, de forma ainda mais contundente, que o sacrifício do povo angolano não pode ser prolongado.

PortalMPLA/EM/AB

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