“O MPLA não tem de quê se envergonhar”

João Lourenço, Presidente do MPLA, é de opinião que, no processo de luta contra a corrupção, o MPLA não tem de quê se envergonhar, antes pelo contrário, com esta postura de coragem e de total transparência, só temos de nos orgulhar e andar de cabeça cada vez mais levantada.

Perante as vozes discordantes que se levantam, que chegam até a insinuar a realização de uma justiça selectiva, o Presidente João Lourenço, afirma que só o MPLA tem “estatura moral e capacidade de sairmos desta luta cada vez mais fortalecidos, coesos e galvanizados para vencer todos os desafios que se avizinham”.

O mérito do MPLA, assegurou o Camarada Presidente, consiste no facto de, enquanto partido governante, ter orientado o Executivo a encetar esta cruzada de luta contra a corrupção, mesmo sabendo do presumível envolvimento de militantes e dirigentes seus nos mais diferentes escalões da hierarquia partidária. 

“Embora seja justo reconhecer ter havido sempre algumas vozes discordantes da Sociedade Civil, que com muita coragem condenavam a corrupção que crescia descaradamente aos olhos de todos, a exemplo dos grandes desafios do passado enfrentados pelo povo angolano, os quais vencemos, o MPLA tem desempenhado sempre um papel de destaque, de liderança, também nesta luta contra a corrupção, que está a ser determinante a exemplar postura de imparcialidade claramente assumida pelo nosso Partido”, enfatizou. 

“Há quem pretenda desencorajar-nos com os fim de nos levar a afrouxar o ímpeto da luta, ou mesmo fazer-nos desistir dela, espalhando a mensagem de que, com esta exposição, o MPLA sairá prejudicado nas próximas eleições”, referiu. 

Prosseguindo, o Presidente do MPLA revelou que alguns cidadãos querem nos levar a pensar que a sociedade angolana e o mundo não sabem o que se passou em Angola em matéria de corrupção e impunidade, e que nós é que estamos a destapar algo que estava guardado a sete chaves porque só os do MPLA sabiam, segundo eles. 

“Nada mais falso e enganador. Não existem partidos políticos corruptos, existem pessoas corruptas e essas pessoas podem estar em qualquer partido político, ou serem simplesmente sem partido” rematou João Lourenço. 

“Reafirmamos a nossa determinação de trabalhar com todas as forças vivas, com todos os angolanos, para derrotarmos também este inimigo comum, a corrupção e a impunidade”, concluiu. 

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